domingo, 27 de setembro de 2009

Mercè 2009

Espetáculo piromusical video

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Un día

Un día decidí que quería cambiar. Decidí salir para el mundo, y ver las cosas de una nueva perspectiva, aunque eso representase estar sola, aunque tuviera que cocinar, limpiar, gastar los ahorros de una vida, ser solamente yo en algún lugar. Aunque para eso tuviera que dejar para tras la familia, los amigos y alejarme de personas especiales.
Un día decidí salir de mi ciudad y cruzar fronteras y hoy sé que no soy mejor que nadie por haber hecho eso. Vi cosas que otros no viran, conocí personas que no hubiera conocido, vi otros paisajes, aprendí otras costumbres, hablé otra lengua. Pero cada uno decide cambiar de la manera que más le conviene. Unos cambian de color el pelo, compran un nuevo coche, una chica tímida decide tomar una iniciativa, alguien cansado de las cosas como están cambia los muebles de lugar, una novia juntase a la casa del novio, un soltero deja de vivir con sus padres, alguien decide cambiar de empleo, mientras otro decide que no quiere nunca salir de donde está.
Lo que decidimos cambiar externamente solo nos hace mejores si ocasiona también algún cambio interno. En el camino muchos buscan auto-conocimiento, lo que nos hace felices, lo que alimenta nuestra almas?
Para algunos es la familia, es tener algo suyo, estar junto. Para otros es la profesión, el reconocimiento, los títulos, las promociones. Puede ser el conocimiento, la cultura, el saber. Pero para todos, podemos tener nuestra felicidad en cualquier lugar. El domingo de sol, hay aquí o allí, los buenos libros están en todas las lenguas, los verdaderos amigos nos acompañan. Adónde vamos y donde estamos hay siempre alguien nuevo por conocer y una calle desconocida por cruzar.
Y por eso, las grandes revoluciones siempre se dan de dentro para fuera, y por eso siempre tenemos la opción de decidir cambiar.
Ir, volver o quedar.

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

San Sebastian – 18 y 19 de agosto


Ultima parada. A caminho de San Sebastian passamos por Bilbao, para visita ao famoso museu Guggenheim, não deu tempo de conhecer a cidade, somente ir no museu mesmo. O predio é realmente lindo, por dentro e por fora. Mas o museu me decepcionou bastante. O problema todo é que essa coisa de arte moderna, hahaha, sabem como é tem coisas que olhamos e nem somos capazes de entender que é arte, meu senso de percepçao ainda é um pouco formal para essas coisas.
Algumas coisas valiam muito a pena, como o fato do museu ter audios de ajuda para todos os visitantes, porque é outra coisa olhar e conhecer um pouco do historico da obra e do artista, e olhar e pensar acho bonito ou não? O significado por detrás das coisas, muda muito nossa percepçao. Enfim, a coleçao de obras do artista era interessante, mas algumas das galerias, que acredito que são as que se renovam, já não foram tao interessantes.
De lá saimos para San Sebastián, foi o lugar mais complicado de estacionar, o GPS nos indicava ruas que eram de pedestres e foi um pouquinho estressante a chegada. Até porque dessa vez tinhamos reservado uma pensao, o mais barato de toda viagem. E admito que o cheiro de mofo do prédio quando chegamos nos assustou muito, hehe, mas no fim era tudo bem limpinho, também arrumavam o quarto e trocavam os lençois todo dia, e foi bem bom a localizaçao e tudo.
San Sebastian é uma cidade pequena, mas super acolhedora. Bem charmosa. Conseguimos pegar praia, e enquanto os véios descansavam eu dei um passeio até a praia que fica bem a direita no mapa.
Me impressionei com a quantidade de turista que tinha, e com a dificuldade que é o dialeto deles, o euskera, nao dá pra entender nada do que dizem, e nem escrito.
Pela noite saimos pra jantar e também nos surpreendeu que o lado da praia, que é um lado da cidade fica completamente vazio, toda vida noturna se concentra na parte velha da cidade, onde ficam os restaurante, bares, sorveterias.
Depois da janta fui encontrar meu amigo Issac, que viveu comigo em Barcelona na minha primeira casa. E tava bem divertido, saimos, e a noite lá é toda de gratis, sao todos bares, tipo com musica, e a gente pode entrar e sair de um pro outro todo o tempo, o que eu adoro!
No outro dia fomos pra praia que o dia estava melhor, mas resolvemos ficar mais relaxados. Passamos o dia passeando, de noite sai de novo com o Issac e impressionada de novo com a quantidade de estranjeiro, tava parecendo colonia de férias, muito australiano, frances, a maioria os com cara de alemaozinho, e nao venham me dizer que posso me misturar com eles! hehe, sou brasileira, sou loira por acaso! E todos meio jovens, parecia que era o destino escolhido por todos do segundo grau, sei lá, hehe. Mas me diverti, gostei muito da cidade, muito simpática.
E acabou minha super aventura, levantamos cedo, e saimos do hotel umas 10h, pra pegar a estrada. Foi super tranquila a volta, mas cansativa claro, com as paradas para comer, xixi, e um acidente quase chegando em Barcelona, o único que vimos em todos esses dias de estrada, chegamos seis e pouco dentro da cidade.
E de noite, para matar a minha vontade (nao sei quando me convenceram que sushi era bom, mas sei quem foi), levei a mae e o Paulo no Matsuri, um restaurante japones e exotico, que estava maravilhoso, comi muuuito e matei minha vontade.
Ai que maravilha de férias, que mais que eu posso dizer... fechando com chave de ouro.
Maezinha e Paulo, gracias, gracias!

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Santander - 16 y 17 de agosto



Acordamos cedo que a viagem era mais longuinha, tinhamos pensado em conocer mais uma praia de llanes mas o tempo tava feinho. Entao fomos a San Vicente de la Barquera, un pueblo, conhecido por seu porto, seus muitos barquinhos parados, e sua simpatia. Mas chega uma hora que começam a ser todos meio parecidos. No caminho almoçamos em Santillana del Mar, esse sim me pareceu mais interessante. Uma pena que não conseguimos lugar para estacionar, sem ser no restaurante e acabamos passeando pouco, mas é um pueblo medieval, com varias construçoes históricas. No caminho também passamos por dentro de outros pueblos que era o caminho mais curto que indicava o GPS e foi bem bonito.
Chegamos em Santander já no meio da tarde, mas é muito bonito também. Os prédios são legais, as ruas bem cuidadas varios canteiros com flores. Os prédios históricos de bancos, museus, prefeitura, todos são muito lindos.
Passeamos pelo porto, em direçao ao centro de eventos, a mae e o Paulo voltaram ao hotel e eu segui costeando toda bahia, passei pelas duas praias que tem do lado direito. Fui em direçao ao Palácio de Magdalena, que hoje em dia funciona como sede da universidade. E está dentro de um parque, onde também tem um museu marinho, vi foquinhas, pinguins, já tinhamos entrado lá no Aquarium de A coruña, mas são tao lindos esses bichos. E o mar me exerce um facínio! E esse bichos grande se exibindo na água é muito legal! Bom, dei toda volta na ponta de Santander, saindo nas praias dos lados esquerdo, e peguei um onibus pra voltar pro hotel.
De noite, pedimos indicaçao e acabamos indo comer num Italiano muito bom. E relativamente barato, media de 10 – 12€ o prato.
No dia seguinte o tempo tava bem feinho, tinhamos pensado em fazer um passeio de barco para uma ilha, mas sem sol não valia a pena, entao aproveitamos o carro, e fomos até a outra ponta onde fica o farol, todas as paisagens lindas, e no fim, são 5 ou 6 praias em Santander, uma pena que acabou chuviscando e tudo.
Outra coisa que impossível de não reparar, é bem dificil de arrumar lugar para estacionar, pelo menos na zona do nosso hotel, os parkings são super caros, e os de rua mais caro inclusive que os subterraneos que são da “cidade”, e só tem gente velha em Santander! Que coisa incrivel, no porto só dava veinho/a sentados ai, acho até que vao a caça, hehe. E na rua, e nos restaurante, não vi gente da minha idade praticamente, só se o povo foge no verao, senao recomendo que visitem a cidade, os jubilados, hehe.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Llanes – 14 y 15 de agosto




Saimos as 9h da manha porque até llanes eram umas 4hs de viagem, nosso amigos GPS, esta sendo bem util nesses caminhos, embora tenha alguns defeitos, porque nem sempre esta atualizado, pegamos algumas estradas em reformas, ou ruas que trocaram o sentido, que deixa o GPS bem louco nos mandando pro lado errado.
Antes de chegar em llanes parada estratégica em Cuevas del Mar, prainha incrível de linda! Como podem ver nas fotos. E simpática, com um barzinho com uma comidinha especial, e musica boa, ouvi um Tim Maia Racional, dá pra acreditar??? E no verao eles tem várias atraçoes, inclusive dj pela noite, mas estava fazendo viagem em familia, né, senao voltaria depois para conferir com certeza.
Também demos uma volta pelo centro histórico de llanes, pelo porto, e vimos a praia, é minuscula e não vale a pena, porque eles tem 30 praias nos arrededores, mas o porto sim, tem blocos gigantes, que dá um toque de arte na paisagem.
Esta noite, não fomos felizes no restaurante e vou deixa registrado aqui, porque creio que era um dos mais chiques da cidade, e a comida deixou muito a desejar. A apresentaçao tava ótima, mas tudo meio gorduroso, pesado, e a famosa sidra, que ai é sucesso também não agradou muito.
No outro dia fomos cedo em direçao aos picos da Europa, mas caimos em outra roubada, era sábado, e época de festas na cidade de Llanes, entao estava tudo cheio, cheio. Fomos até um dos pontos de entrada nos Picos, porque são vários, de onde se pegava um teleferico para subir, só que quando chegou a hora de comprar descobrimos que o teleferico estava demorando 1h50min!!! Por causa da fila, entao desistimos e decidimos ir ao outro lado, nos Lagos de Covadonga. Não sabia bem o que era cada coisa, quando estavamos indo, simplesmente tinha as indicaçoes dos lugares… foi uma pena chegar ali na beirinha da montanha e não subir pela fila, mas é que perderiamos o dia todo e mais um pouco.
Em compensaçao, para conhecer os lagos de covadonga, tinha que pegar um onibus, que demorava no maximo 15min, fazia um caminho incrível, subindo as montanhas, lindo mesmo, super estreito costeando todos os picos, e chegando lá em cima, tinha a visao para os lagos que se formam nos meios da motanha. Também podias caminhar, ir até os miradores, tinha uma espécie de museu, reproduzindo a história das montanhas, os artefatos usados, roupas, a fauna e a flora. Tudo muito lindo.
Caminhamos por entre trilhas de antigas minas, no meio dos morros, paramos para tomar uma café com leite num paradouro no alto, só não foi melhor o passeio porque começou uma chuvinha chata, fria, tipica de montanha, e acabamos tendo que adiantar um pouquinho nosso descida. Mas é lindo demais, recomendo muito.
Quando voltamos a Llanes, ainda queria passar em uma praia que havía buscado na internet, que era um buraco no meio dos morros, onde o mar passa por debaixo das pedras, formando uma micro praia, aonde não se vê o mar. Parecia incrivel pelas fotos, e tinha que chegar por outra praia, deixar o carro ali e depois seguir. Só que ninguém sabia explicar direito como chegavamos na tal praia, um veinho caquetico me disse pra ir pelo morro, eu bem que tentei, mas as plantas estavam me arranhando toda, e chegou uma hora que o mato era tao alto que não se via mais nenhuma trilha e eu resolvi voltar e ir pela estrada como uma pessoa normal. Quando já estavamos quase desistindo, encontramos outros perdidos no caminho que também queriam achar a praia, quando vi, já tinhamos juntado umas oito pessoas, todas atrás da tal praia de Gulpyuri. Chegamos a ultima trilhazinha de acesso a praia e eis que, decepçao total, a maré estava tao baixa, que a super praia natural onde não se vê o mar, não se via o mar nem querendo mesmo! Tinha uma pocinha d’agua saindo das pedras, que não tapava nem minha cintura, hehe. A vida é assim mesmo, quando mais expectativas temos com as coisas… Reparem no que me venderam e no que eu encontrei.


Mas tudo vale a pena quando a alma não é pequena. Próximo destino: San Vicente de la Barquera.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

A Coruña – 12 y 13 de agosto



A Coruña é uma cidade muito simpática. O fato dela ter o formato meio alargado, com uma ponta, acaba deixando o centro da cidade super estreito o que quer dizer que se cruza da praia, que está de um lado, ao porto de outro lado, em mais ou menos umas seis quadras.
A praia é bonita, mas não tem um barzinho, nem paqui (os paquistaneses que vendem cerveja na beira da praia de barcelona), nem restaurante, nem nada. Tem que ir pra beira da praia preparado mesmo com sanduiche, agua, ou ir e voltar, da beira pras ruas. Vale muito a pena caminhar pela orla, porque se pode dar a volta em toda ponta. Ali do lado da praia, está também o Aquarium ou casa de los peces, não sei se era o melhor de todas as cidades que passamos, mas valeu a pena o passeio. Só a parte dos tubaroes esta sendo reformada e não pudemos ver.
Fomos ao monte de San Pedro, que também recomendo. Se pode subir numa bolota transparente tipo um teleferico ou de carro. Decidimos ir de carro, porque me parecia um pouco claustrofobico entrar na bolota no calor que estava fazendo. Lá em cima se ve toda cidade, tem um gramado lindo, super bem cuidado, um mirador de três andares em que se pode dar a volta, além de diversos pontos para olhar a vista ao largo do terreno.
Em A Coruña comemos muito bem no primeiro dia, nos indicaram um restaurante que fica na praça España, que recomendo totalmente. Segundo eles, melhor custo beneficio para comer mariscada, mas a mariscada lá não é necesariamente marisco, são frutos do mar em geral, e se encontra de todos os tipos e para todos os gostos. Comemos o Arroz com bogabante (lagosta) uma das especialidades da casa. O restaurante não é muito grande, e se chegar tarde tem que ir com reserva.
A Coruña também tem sua Ciudad Vieja, que é sempre a parte antiga da cidade, onde a cidade nasce, e geralmente é muito bonito, ali vale muito a pena passar pela praça onde fica o ayutamento, os predios são muito bonitos e também tem restaurantes em toda sua volta. A cidade tem bastante gente jovem, se encontra muitos bares bacanas, estilo lounge, e também bares de tapas e sidra, os tipicos que se comem em pé e na rua (quem nunca parou no ossip do lado de fora pra tomar uma cerveja?!).
Consegui sair para dançar também, na verdade aqui na España existem as grandes discotecas, que funcionam até 5/6 da manha, os bares normais de sentar e beber, e os bares dançantes, que começam mais lights, mas que tem musica e lugar pra dançar. Fomos em um assim, bem tipico de estudantes e gente jovem.
A outra coisa que não dá pra deixar de comentar, é que em A coruña, o dialeto deles é o gallego, que tem muita influencia do portugues de portugal, entao é mais facil de entender-los porque algumas palavras são iguaizinhas as nossas.
No dia seguinte, saimos de A coruña e decidimos ir a uma praia chamada Caión, que pertence a A Laracha (nem sabia, descobri isso agora), mas foi pertinho de chegar, e o caminho até lá foi lindo também, vale a pena. Praia tranquila, mas com barzinho, bons bocadilhos, cerveja gelada e areia branca e fina. Valeu a pena.
Pela noite havia show na beira da praia, passei para dar uma olhadinha, mas a verdade é que estava morta, e iamos sair super cedo no outro dia, me detive a um passeio rapido aí pela orla e voltar ao hotel para dormir.

Viagem ao norte de España



Santiago de Compostela – 11 de agosto
Decidi escrever em diferentes topicos porque como foram muitos dias de viagem é dificil lembrar de tudo, e assim por cidade fica mais facil, de passar as dicas e as coisas interessantes de cada lugar, e claor, minha impressao pessoal de tudo que vi neste recorrido.
A primeira parada, foi Santiago de Compostela, mais conhecida pela famosa caminhada de Santiago e a verdade é que o que mais se ve, são os peregrinos entrando e saindo da cidade, e em todas as ruas que passamos.
A cidade é muito bonita, mas tudo se concentra na Parte Vieja, que são os predios historicos, as praças, parques, que é o que realmente vale a pena. É o tipo de cidade que não tem muito mais para ver, e o ideal é deixar o carro de lado, e percorrer as ruazinhas a pé, disfrutando dos ambientes, restaurantes, barzinhos.